Segunda escola a desfilar nesta sexta-feira (17) na Marquês de Sapucaí, na Série Ouro, a Lins Imperial levou pra avenida a vida do malandro homossexual e transformista Madame Satã. A apresentação, uma das mais aguardadas da noite, sofreu por um problema em uma de suas alegorias.
O acoplamento do segundo carro quebrou e ficou na concentração. E era justamente a alegoria que representava a Lapa, o bairro que o homenageado no enredo ajudou a criar a mística boêmia no início do século 20.
O carro foi guinchado para cruzar a avenida, e foi aplaudido pelo público quando passou pelo Setor 1.
Com isso, o carro passou apenas com uma parte, que tinha como destaque o carnavalesco da Acadêmicos de Niterói e da Beija-Flor, André Rodrigues.
A parte musical, porém, compensou, com um grande atuação da bateria de Mestre Átila, que sustentou com brilho o samba – classificado nas plataformas de streaming como música de conteúdo sensível, por causa da letra.
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